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Servidores da UFRN ignoram recomendação pelo fim da greve


O Comando Nacional de Greve orientou que a paralisação fosse suspensa seguindo recomendação do Governo Federal, o qual se dispôs a negociar somente quando as greves forem suspensas.

"Mas a recomendação do CNG não foi tomada em assembleia, então aqui o movimento prossegue normalmente. Entendemos que a recomendação sequer beira o consenso", informou o Sintest através de sua assessoria de imprensa.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior (Sintest), 60% da classe na UFRN e 40% na Ufersa estão em greve. O sindicato, contudo, não soube precisar os números.

Na pauta de reivindicações consta protesto a três projetos: ao que permite a gerência dos hospitais universitários por sociedades anônimas; à alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal que leva ao congelamento em 10 anos das vantagens percebidas pelos servidores e ao projeto de lei que cria previdência complementar, prejudicando, informou o Sintest, os novos concursados.

"Além das tradicionais pautas de reivindicação: mais concursos públicos e isonomia no tratamento, porque quando o assunto é reajuste de benefícios, os poderes Legislativo e Judiciário parecem sair na frente".

Várias universidades no Brasil avaliaram a orientação e até ontem (11) 12 instituições, 09 decidiram contrariar a decisão do CNG e manter a greve. A UFRN é uma delas.

 


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